Pensemos na fonte! Uma fonte comum, daquelas que jorram água.
Sempre eternamente jorrando aquilo que, para ela, é infinito, pois, a fonte não é água. É fonte!
A saber que nesse mundo a vida, tudo, quase tudo, é como um ciclo indestemível, infantizível, infantifusível...
Assim, os montes que se precipitam onde a mostardinha os enviou, serão revolucionários. E, se depositarão uns sobre os outros, em comunidade, unidade, para que sejam os mais altos seres que se aproximaram do céu, morada de Deus.
E, ao chegar, ser como "João-pé-de-feijão", e ser escurraçado pelo gigante da impersonalidade, im-compatibilidade. Eu versus tu. E o que "não sou eu", não me interessa no universo.
Factídico sacrifício que é realizado no nascimento? Nascer destinado a morrer nos remete à sermos como vermes, "vermezinhos de Jacó", e parasitarmos o cosmos como câncer a ser expelido!
Esperança? Não, obrigada! Se a única esperança é minha amiga pois a mantenho como prisioneira do meu cosmos corporal pela ilusão da pele e das células.
Pensar é "des-celular". Tirar a ligeira impressão de um indivíduo, e torná-lo igual ao negro, doente, sujo, obeso e ainda por cima, mulher. Dizemos então, juntos e juntas, somos um e uma?
Falar consigo mesmo é o primeiro sintoma de "esquizofrenia". Devemos nós, então, falarmos com Deus para nos tornarmos esquizofrênicos?
Eternamente perseguidos por si mesmos em personalidades exteriormente inexplicáveis. Se eu controlo meu mundo, o que me impede na "onipotentopatologia"? I'm my God of my world!
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