Lika e Negru3
Imagine uma louca equilibrando-se numa corda bamba esticada sobre o muro que divide a cidade da realidade e a cidade da insanidade.
domingo, outubro 11, 2009
Pérolas
"Deus é infinito porquanto cada próprio Deus nasce com a pessoa que nasce, morre em cada pessoa que morre e torna a nascer em cada pessoa que nasce."
quarta-feira, agosto 12, 2009
Girocóptero
Bonsai
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"- Minha laranjeira verde, porque está tão prateada?
- Foi da lua dessa noite, sereno da madrugada!
- Tenho um sorriso bobo, parecido com soluço,
enquanto o caos segue em frente, com toda a calma do mundo..."
Sereníssima - Russo/Bonfá/Villa-Lobos
segunda-feira, julho 27, 2009
Pérolas
"Ser pastor é igual a ser donzela: se você tiver que se lembrar que é, é porque não é mais."
Filipe Montuan
sexta-feira, julho 24, 2009
terça-feira, julho 21, 2009
Boletim Oficial
ACONSELHAMENTO PASTORAL 10.0
ESTÁGIO SUPERVISIONADO Cumpriu
ÉTICA 10.0
EXEGESE E TEOLOGIA DO NT: CARTAS E APOCALIPSISMO 10.0
HERMENÊUTICA E RELIGIÃO 10.0
HISTÓRIA DO METODISMO NO BRASIL 8.5
SEMINÁRIOS TEMÁTICOS DE BÍBLIA 9.5
TEOLOGIA CONTEMPORÂNEA 10.0
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 10.0
ESTÁGIO SUPERVISIONADO Cumpriu
ÉTICA 10.0
EXEGESE E TEOLOGIA DO NT: CARTAS E APOCALIPSISMO 10.0
HERMENÊUTICA E RELIGIÃO 10.0
HISTÓRIA DO METODISMO NO BRASIL 8.5
SEMINÁRIOS TEMÁTICOS DE BÍBLIA 9.5
TEOLOGIA CONTEMPORÂNEA 10.0
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 10.0
Botando marra... rs... Tá acabandooooo!! Uhulll!
terça-feira, junho 30, 2009
quinta-feira, junho 11, 2009
About
Ora como brisa, ora como vendaval...Dizem que eu não sou uma pessoa fácil.
Mas, afinal, quem é?
Tento muitas vezes me esconder atrás de um pequeno arbusto de solidão.
É aí quando a idéia me assolavanca a mente e eu sei que não há solidão maior do que a solidão de ideais.
Aí sim venho por vezes acreditar numa utopia, realmente u-topográfica, sem lugar.
Mas um sussuro vindo do "sem-lugar" enche meu coração de uma esperança risonha, qual criança, que acredita em Papai do Céu.
Sussuro vindo da voz doce de amigos, de abraços aconchegantes, de olhares receptivos, de mãos fraternas.
Deus-presente, Deus-imanente, Deus-gente.
Mas, de um sussurro para um salto, me levanto.
E, às vezes tropeço e faço estrago.
Afinal, como dizem por aí, elefantes não se dão bem em lojas de cristais.
segunda-feira, maio 18, 2009
58ª. SW
Bom, faz tempo que não posto...Enfim...Mas, quero aqui deixar meus sentimentos acerca dessa nova semana que se inicia. 120 anos de Educação Teológica na Igreja Metodista. 58ª. Semana Wesleyana. Minha 4ª. Última como discente da FaTeo. Sentimentos se misturam dentro de mim. Aquele saudosismo invasivo que costuma me acometer quase sempre!
Os sentimentos e as expectativas quanto à essa Semana, estes já não são os mesmos. Foi-se a famigerada ânsia de saber teológico. Foi-se a insanidade de loucuras teológicas nas madrugadas, acompanhada de amigos/as que quase não podíamos esperar para encontrar.
É... Esse último ano de Teologia poderia ser bem melhor! Neste momento está passando (repassando) em minha sala a mesma, mesmíssima aula que tivemos no primeiro semestre do curso! Affe!
Mas, enfim, com uma coisa tenho que concordar: sempre disseram que no último ano recuperamos nosso "elo perdido", a fé. Pois este (a aula repetida) entre outros acontecimentos acadêmicos me faz rogar ferorosamente: "Kyrie Eleison, tem piedade Senhor de mim!"
sábado, abril 04, 2009
Trilha Sonora
Digitais
Isabella Taviani
Eu tava aqui tentando não pensar no seu sorriso
Mas me peguei sonhando com sua voz ao pé do ouvido
E te liguei
Me encontro tão ferida,
Mas te vejo ai também em carne viva
Será que não tem jeito?
Esse amor ainda nem nasceu direito,
Pra morrer assim
Se você pudesse ter me ouvido um pouco mais
Se você tivesse tido calma pra esperar
Se você quisesse poderia reverter
Se você crescesse e então se desculpasse
Mas se você soubesse o quanto eu ainda te amo
É que eu não posso mais
Não vou voltar atrás
Raspe dos teus dedos minhas digitais
Eu não vou voltar atrás
Apague da cabeça o meu nome, telefone e endereço
Eu não vou, eu não vou voltar atrás
Arranque do teu peito
O meu amor cheio de defeitos
Me mata essa vontade de querer
Tomar você num gole só
Me dói essa lembrança
Das suas mãos em minhas costas
Sob o sol da manhã
Você já me dizia: conheço bem as suas expressões
Você já me sorria ao final de todas as minhas canções
Então por que?
Se você pudesse ter me ouvido um pouco mais
Se você tivesse tido calma pra esperar
Se você quisesse poderia reverter
Se você crescesse e então se desculpasse
Mas se você soubesse o quanto eu ainda te amo
É que eu não posso mais
Não vou voltar atrás
Raspe dos teus dedos minhas digitais
Eu não vou voltar atrás
Apague da cabeça o meu nome, telefone e endereço
Eu não vou, não vou voltar atrás
Arranque do teu peito o meu amor cheio de defeitos
Cheio de defeitos...
Isabella Taviani
Eu tava aqui tentando não pensar no seu sorriso
Mas me peguei sonhando com sua voz ao pé do ouvido
E te liguei
Me encontro tão ferida,
Mas te vejo ai também em carne viva
Será que não tem jeito?
Esse amor ainda nem nasceu direito,
Pra morrer assim
Se você pudesse ter me ouvido um pouco mais
Se você tivesse tido calma pra esperar
Se você quisesse poderia reverter
Se você crescesse e então se desculpasse
Mas se você soubesse o quanto eu ainda te amo
É que eu não posso mais
Não vou voltar atrás
Raspe dos teus dedos minhas digitais
Eu não vou voltar atrás
Apague da cabeça o meu nome, telefone e endereço
Eu não vou, eu não vou voltar atrás
Arranque do teu peito
O meu amor cheio de defeitos
Me mata essa vontade de querer
Tomar você num gole só
Me dói essa lembrança
Das suas mãos em minhas costas
Sob o sol da manhã
Você já me dizia: conheço bem as suas expressões
Você já me sorria ao final de todas as minhas canções
Então por que?
Se você pudesse ter me ouvido um pouco mais
Se você tivesse tido calma pra esperar
Se você quisesse poderia reverter
Se você crescesse e então se desculpasse
Mas se você soubesse o quanto eu ainda te amo
É que eu não posso mais
Não vou voltar atrás
Raspe dos teus dedos minhas digitais
Eu não vou voltar atrás
Apague da cabeça o meu nome, telefone e endereço
Eu não vou, não vou voltar atrás
Arranque do teu peito o meu amor cheio de defeitos
Cheio de defeitos...
segunda-feira, março 30, 2009
Novos Amigos
Bem vindos e que nossa relação seja muito boa!!!!
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O quadro é do pintor espanhol Antonio Abellán
quinta-feira, fevereiro 12, 2009
domingo, janeiro 25, 2009
Postagem alheia
Nunca copiei um texto de outra pessoa para publicá-lo em meu blog...
Porém, a medida em que eu lia este texto, meus olhos se enchiam de lágrimas e sentia arrepios, o que muitas pessoas podem dizer que é a presença do Espírito Santo ou mero emocionalismo. A verdade é que o Ricardo Gondin conseguiu dizer nesses parágrafos, TUDO O QUE ESTÁ ENGASGADO DENTRO DE MIM e não consigo colocar pra fora, por algum motivo... Talvez por achar inútil...
Aí vai um texto que não foi escrito por mim... Mas, eu bem que gostaria de ter escrito!
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Duras lições.Ricardo Gondim.
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Desde os meus 21 anos estou envolvido com o mundo religioso. Sem arrogância, posso afirmar que aprendi bastante sobre seus bastidores, sacristias e porões. Dizer que aprendi não significa que sou inteligente, esperto ou genial, apenas que me enfronhei nesse ambiente. Aprendi que os religiosos, como os demais espaços institucionais, geram as” panelas” do poder. Geralmente acontece assim: alguém alcança o topo da hierarquia e se acompanha de amigos que desfrutam as benesses da posição. Os outros ambicionam chegar lá, onde o poder, a reputação, os privilégios, são diferenciados. Começam, então, as futricas. A curriola que domina faz de tudo para preservar-se e quem almeja subir, se esforça para suplantar os figurões, seja conspirando ou procurando mostrar-se mais ungido. Aprendi que os religiosos confudem fé com credulidade e ficam furiosos quando contestados. Acreditar é sagrado, mesmo que não faça sentido ou não tenha plausibilidade com a vida. Os religiosos sabem transformar circunstâncias banais em “testemunhos fantásticos” e se contorcem para explicar tragédias horrorosas como mais um “mistérioso propósito de Deus”. (Por exemplo, estar atrasado para um compromisso e conseguir passar por três sinais de tränsito abertos é um milagre, mas a morte de milhares de crianças em Darfur, um mistério; “o barro não pode questionar o oleiro”).
Aprendi que os religiosos não têm coragem de ser honestos com suas crises internas. Mentem para si e para os outros citando textos da Bíblia, tirados do contexto e incoerentes com a experiência existencial. Tentam enganar-se repetindo que são exitosos no que fazem e experimentam; não admitem que suas vidas são, muitas vezes, uma meia-sola, mera recauchutagem da felicidade. Os religiosos adoram transformar os cultos em arenas, onde brincam de guerra ou em palcos, onde encarnam personagens míticos poderosos. Isto é, na igreja comportam-se como Hércules, que estraçalha seus inimigos ou como Fênix, que sempre ressurge das cinzas com maior vigor. A realidade, porém, os esbofeteia; negam precisar de terapia psicológica como qualquer mortal; morrem, mas não admitem que tomam ansiolítico. Aprendi que os religiosos não levam suas lógicas até às últimas consequências. Eles temem perguntas que geram outras perguntas. Aliás, questionar entre os religiosos é sinal de rebeldia e rebelde tem parceria com o demônio. Os religiosos se sentem satisfeitos de citar um versículo (sempre fora do contexto) e dizer que, se “a Bíblia afirma assim e assim, ninguém deve entristecer a Deus com perguntas impertinentes”. Satisfeitos e acomodados com a interpretação dada por algum teólogo, contentam-se com os textos que lhes soam convenientes. Aprendi que os religiosos só são amigos de quem pensa igual a eles. O que ousar desafiar algum dogma, torna-se persona non grata, pior que leproso dos tempos medievais. Experimentei na pele esse tipo de ojeriza. Amigos que pareciam legitimamente afetuosos, de repente, sem jamais conversarem olho no olho, passaram a espalhar sórdidos boatos a meu respeito. Rubem Alves tem razáo, os religiosos nunca mataram um pecador, eles só assassinam os que consideram herege. Estou convencido que muitos só não me mataram porque cometeriam um crime. O ódio que os alimenta, porém, é real. Aprendi que os religiosos são egoístas e só consideram relações ensimesmadas com o divino. Eles buscam bênçãos, milagres, intervenções sobrenaturais, para terem vantagem na árdua e perigosa aventura de viver. Caso alguém diga que a resposta às suas preces precisaria se conectar com toda a humanidade; com os miseráveis nos campo de exilados, com as crianças africanas que passam fome, a resposta seria: “E eu com isso?. Os religiosos se isolam da sorte humana. Egocêntricos, não conseguiriam explicar a graça e a justiça divina, caso recebessem o que acabaram de pedir.
No final dos meus 54 anos, aprendi sobre religião o suficiente para distanciar-me dela. Por isso procuro, constantemente, manter-me apaixonado pelo Evangelho. Afinal de contas, os religiosos conspiraram e mataram Jesus.
Desde os meus 21 anos estou envolvido com o mundo religioso. Sem arrogância, posso afirmar que aprendi bastante sobre seus bastidores, sacristias e porões. Dizer que aprendi não significa que sou inteligente, esperto ou genial, apenas que me enfronhei nesse ambiente. Aprendi que os religiosos, como os demais espaços institucionais, geram as” panelas” do poder. Geralmente acontece assim: alguém alcança o topo da hierarquia e se acompanha de amigos que desfrutam as benesses da posição. Os outros ambicionam chegar lá, onde o poder, a reputação, os privilégios, são diferenciados. Começam, então, as futricas. A curriola que domina faz de tudo para preservar-se e quem almeja subir, se esforça para suplantar os figurões, seja conspirando ou procurando mostrar-se mais ungido. Aprendi que os religiosos confudem fé com credulidade e ficam furiosos quando contestados. Acreditar é sagrado, mesmo que não faça sentido ou não tenha plausibilidade com a vida. Os religiosos sabem transformar circunstâncias banais em “testemunhos fantásticos” e se contorcem para explicar tragédias horrorosas como mais um “mistérioso propósito de Deus”. (Por exemplo, estar atrasado para um compromisso e conseguir passar por três sinais de tränsito abertos é um milagre, mas a morte de milhares de crianças em Darfur, um mistério; “o barro não pode questionar o oleiro”).
Aprendi que os religiosos não têm coragem de ser honestos com suas crises internas. Mentem para si e para os outros citando textos da Bíblia, tirados do contexto e incoerentes com a experiência existencial. Tentam enganar-se repetindo que são exitosos no que fazem e experimentam; não admitem que suas vidas são, muitas vezes, uma meia-sola, mera recauchutagem da felicidade. Os religiosos adoram transformar os cultos em arenas, onde brincam de guerra ou em palcos, onde encarnam personagens míticos poderosos. Isto é, na igreja comportam-se como Hércules, que estraçalha seus inimigos ou como Fênix, que sempre ressurge das cinzas com maior vigor. A realidade, porém, os esbofeteia; negam precisar de terapia psicológica como qualquer mortal; morrem, mas não admitem que tomam ansiolítico. Aprendi que os religiosos não levam suas lógicas até às últimas consequências. Eles temem perguntas que geram outras perguntas. Aliás, questionar entre os religiosos é sinal de rebeldia e rebelde tem parceria com o demônio. Os religiosos se sentem satisfeitos de citar um versículo (sempre fora do contexto) e dizer que, se “a Bíblia afirma assim e assim, ninguém deve entristecer a Deus com perguntas impertinentes”. Satisfeitos e acomodados com a interpretação dada por algum teólogo, contentam-se com os textos que lhes soam convenientes. Aprendi que os religiosos só são amigos de quem pensa igual a eles. O que ousar desafiar algum dogma, torna-se persona non grata, pior que leproso dos tempos medievais. Experimentei na pele esse tipo de ojeriza. Amigos que pareciam legitimamente afetuosos, de repente, sem jamais conversarem olho no olho, passaram a espalhar sórdidos boatos a meu respeito. Rubem Alves tem razáo, os religiosos nunca mataram um pecador, eles só assassinam os que consideram herege. Estou convencido que muitos só não me mataram porque cometeriam um crime. O ódio que os alimenta, porém, é real. Aprendi que os religiosos são egoístas e só consideram relações ensimesmadas com o divino. Eles buscam bênçãos, milagres, intervenções sobrenaturais, para terem vantagem na árdua e perigosa aventura de viver. Caso alguém diga que a resposta às suas preces precisaria se conectar com toda a humanidade; com os miseráveis nos campo de exilados, com as crianças africanas que passam fome, a resposta seria: “E eu com isso?. Os religiosos se isolam da sorte humana. Egocêntricos, não conseguiriam explicar a graça e a justiça divina, caso recebessem o que acabaram de pedir.
No final dos meus 54 anos, aprendi sobre religião o suficiente para distanciar-me dela. Por isso procuro, constantemente, manter-me apaixonado pelo Evangelho. Afinal de contas, os religiosos conspiraram e mataram Jesus.
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Soli Deo Gloria
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quinta-feira, janeiro 15, 2009
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