A garotinha oriental resolveu fazer uma viagem. Ela queria divertir-se o quanto pudesse. A garotinha oriental havia decidido que não iria se importar com o que as pessoas falassem a seu respeito. Na verdade, a garotinha oriental nunca se importava muito com o que as pessoas falavam a seu respeito. Pelo menos, fingia que não se importava. Para si mesma e para as outras pessoas.
Então a garotinha oriental partiu. E, fez coisas as quais não imaginava fazer. Divertiu-se a valer. A garotinha oriental foi ver o mar.
Então a garotinha oriental partiu. E, fez coisas as quais não imaginava fazer. Divertiu-se a valer. A garotinha oriental foi ver o mar.
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O oceano era algo que realmente fascinava a garotinha oriental. Com suas ondas, seu cheiro, seu som, sua cor, sua imprevisibilidade, sua imensidão. Sobretudo, sua liberdade. Ninguém podia domar o mar. Nem dizer a ele como ser ou agir. A garotinha oriental invejava o mar. Mas, a garotinha oriental também o temia e respeitava.
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Nessa viagem, a garotinha oriental “re”conheceu algumas pessoas. Só, que, desde o princípio, a garotinha oriental se pôs a pensar se aquelas eram pessoas de verdade. A garotinha oriental passou um bom tempo pensando que elas eram “Et’s”. Mas, logo compreendeu que se elas eram “Et’s”, ela, a própria garotinha oriental também o era. Porque, desde o princípio a garotinha oriental percebeu que não havia melhor companhia do que aquelas pessoas que acabara de “re”encontrar. A garotinha oriental desejou com todo o coração jamais sair daquela praia, de perto daqueles “Et’s”, daquele paraíso encantado, por mais que as ondas a assustasse. A garotinha oriental parecia ter encontrado o lar.
O oceano era algo que realmente fascinava a garotinha oriental. Com suas ondas, seu cheiro, seu som, sua cor, sua imprevisibilidade, sua imensidão. Sobretudo, sua liberdade. Ninguém podia domar o mar. Nem dizer a ele como ser ou agir. A garotinha oriental invejava o mar. Mas, a garotinha oriental também o temia e respeitava..
Nessa viagem, a garotinha oriental “re”conheceu algumas pessoas. Só, que, desde o princípio, a garotinha oriental se pôs a pensar se aquelas eram pessoas de verdade. A garotinha oriental passou um bom tempo pensando que elas eram “Et’s”. Mas, logo compreendeu que se elas eram “Et’s”, ela, a própria garotinha oriental também o era. Porque, desde o princípio a garotinha oriental percebeu que não havia melhor companhia do que aquelas pessoas que acabara de “re”encontrar. A garotinha oriental desejou com todo o coração jamais sair daquela praia, de perto daqueles “Et’s”, daquele paraíso encantado, por mais que as ondas a assustasse. A garotinha oriental parecia ter encontrado o lar.
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Bruxas, guerreiros, fantasmas, dragões, gatos, príncipes, AMOR e o mar.
Bruxas, guerreiros, fantasmas, dragões, gatos, príncipes, AMOR e o mar.
A garotinha oriental sabe que foi uma viagem inesquecível.
A garotinha oriental sabe que ESTÁ SENDO uma viagem inesquecível!
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